10 de jun de 2010

Regionalismo e globalização

Com o fenômeno da globalização, há um certo nível de homogeinização na comunicação, movida (ideologicamente) pela aproximação das culturas (que tem seu lado belo mais uma vez ressaltado com a chegada da Copa do Mundo, não vou entrar nna economia, que tantas vezes levou ao oposto disso, à intolerância e às ainda inevitáveis guerras).

É curioso o embate entre o fato de o mundo estar se globalizando, haver aí a necessidade de se valorizar as diferenças (partindo no caso, de cada cultura).


Fim do nariz-de-cera megalomaníaco, vamos ao que eu queria escrever:

O violeiro e professor Valdir Verona fez uma colocação mutio esperta no show de lançamento do seu "Uma Viola ao Sul". Se já convenceu a gauderiada de que a viola (dita sertaneja) pode ser bem utilizada na música gaúcha, falatava soltar a seguinte pérola: se alguém achava ser uma heresia ter uma percussionista mineira tocando com ele (Rosa Amélia), bastava ir olhar nos velhos discos dos Bertussi que foram gravados em São Paulo, que os músicos que os acompanhavam eram do samba e choro.

De chorar... Mas não eram tche-music também, vamo se respeitá!

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